Não costumo ouvir antena 3 (ou rádio em geral), mas gosto muito dos documentários históricos na RTP Play, há uns meses vi um sobre o 25 de Novembro muito interessante.
E em momentos mais para desligar o cérebro o “the office” português calha bem.
Não costumo ouvir antena 3 (ou rádio em geral), mas gosto muito dos documentários históricos na RTP Play, há uns meses vi um sobre o 25 de Novembro muito interessante.
E em momentos mais para desligar o cérebro o “the office” português calha bem.


não é algo que deveria ser bem visto, ou preservado
O que sugeres para resolver esta questão? Ilegalizar a venda de conteúdo íntimo? Mesmo conteúdo produzido pelo próprio?
Na minha opinião, o problema não é o conteúdo em si, já que há pessoas que genuinamente apreciam este trabalho e criminalizar as suas atividades apenas as vai empurrar para um mundo em que as suas adversidades são invisíveis. O problema, na minha opinião, reside em como estes conteúdos são financiados, produzidos e distribuídos.
Os trabalhadores desta área têm uma capacidade limitada de controlar as suas condições de trabalho, que é perigoso, extremamente invasivo da sua intimidade e sofre de grandes preconceitos. Se o modo como estes conteúdos é disseminado fosse decidido por quem sofre as maiores consequências pessoais e financeiras, pode haver uma forma de acabar com os abusos.
O que eu sugeria era o controlo coletivo de todas as empresas envolvidas com pornografia, deixemos que os próprios trabalhadores decidam o que é melhor para si através de processos democráticos, sem influência de quem apenas procura o lucro às suas custas.
Boa páscoa para todos 🙌